Entre os não trabalhadores do comércio, as ocupações mais citadas foram: professores/educadores, aposentados, estudantes, autônomos e profissionais de saúde e bem-estar.
94 inscrições. Para entender o que esse alcance representa em termos de equidade, vale cruzar com dados socioeconômicos do município.
Juntos, 138 inscrições. Bairros com expressiva presença no PSC — perfil socioeconômico merece investigação complementar.
11 inscrições. Comunidade quilombola presente — reforça relevância de atividades de Patrimônio.
Mais de 50 bairros distintos mapeados, indicando alcance territorial diversificado do PSC.
63% são novos usuários do Sesc — o PSC funciona como porta de entrada relevante.
80%+ das inscrições chegam pelas redes sociais do Sesc. Reforça a importância de manter produção de conteúdo ativo e consistente.
16% via grupos de WhatsApp. Canal informal com forte penetração nos bairros periféricos — pode ser ampliado de forma estratégica.
13% por amigos, professores ou parceiros. Indica satisfação ativa e potencial de programas de embaixadores.
A maioria nunca havia participado do Sesc antes. O PSC é a principal porta de entrada institucional em Paraty.
Artes Visuais
de Bordado
Patrimônio
Algumas atividades aparecem com duas abas (PSC e não-PSC), indicando oferta ampliada para diferentes perfis de renda.
90% dos inscritos são trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo — o público primário do Sesc. Apenas 10% responderam explicitamente que não são comerciários.
O campo era aberto em parte das atividades. Nas próximas coletas, campo fechado (sim/não) garantirá maior precisão.
Dos 331 que responderam essa pergunta, apenas 7,9% possuem credencial plena — indicando que a maioria acessa via PCG ou gratuidade.
73% do público é feminino. Isso não é acaso — é um padrão estrutural do PSC que merece atenção estratégica.
Criar programação específica para mulheres (autogestão, empreendedorismo cultural, saúde integral).
O que afasta os homens? Horários, linguagem, temas? Vale investigar via formulário ou grupo focal.
34% dos inscritos têm entre 36 e 45 anos. Adultos em plena vida ativa escolhem as atividades do PSC como lazer e formação.
Programação com horários compatíveis com quem trabalha (finais de semana, noturno).
Jovens de 18–25 são apenas 6,4% do total. Ações de engajamento jovem são urgentes.
As inscrições vêm de mais de 50 bairros distintos de Paraty. Jabaquara lidera com 94 inscrições, seguido de Caborê (83) e Corisco (55). O Quilombo do Campinho aparece com 11 inscrições — presença relevante de comunidade quilombola.
Conhecer o perfil socioeconômico dos bairros com maior presença ajuda a qualificar se o alcance territorial é também um alcance de equidade.
Cruzar os bairros de origem com indicadores do município (IDH, renda, vulnerabilidade) para embasar decisões de descentralização de atividades.
63% dos inscritos nunca haviam participado do Sesc antes. O PSC não apenas serve o público fidelizado — ele amplia a base institucional.
Usar a inscrição como início de uma jornada: apresentar outras ofertas Sesc no pós-atividade.
Taxa de conversão: quantos novos inscritos tornam-se usuários regulares do Sesc nos 12 meses seguintes?
80% do público chegou por redes sociais do Sesc. Isso concentra risco: queda de alcance orgânico ou mudança de plataforma pode reduzir inscrições drasticamente.
Ampliar parcerias com escolas, associações de bairro e grupos comunitários como canais complementares.
16% já chegam por grupos de WhatsApp. Vale criar canais oficiais e protocolos de envio para maximizar esse canal.
57% dos inscritos são elegíveis ao PCG (renda familiar de até 3 salários mínimos). A missão de gratuidade está sendo cumprida — mas há 43% que podem não ser contemplados.
Cruzar perfil PCG com bairros de origem para mapear onde estão as maiores vulnerabilidades.
19 inscritos já fizeram adesão ao PCG anteriormente — indicam público fidelizado ao programa de gratuidade.